NOVA CIDADE DO CLARK
TARLAC
Filipinas
New Clark City é uma metrópole planeada, ecológica, inteligente e resistente a catástrofes nas Filipinas, localizada no Porto Livre de Clark e na Zona Económica Especial, em Luzon Central. Abrange cerca de 9.450 hectares e foi projectada para acolher até 1,2 milhões de residentes, com ênfase na sustentabilidade, conetividade e habitabilidade.
A moderna metrópole planeada está a nascer nos municípios de Capas e Bamban, Tarlac. Foi oficialmente concebida como a “primeira cidade inteligente, ecológica e resistente a catástrofes” das Filipinas. A cidade de New Clark foi concebida pela Autoridade de Conversão e Desenvolvimento de Bases (BCDA) em 2012 como uma resposta direta às vulnerabilidades ambientais da área metropolitana de Manila. Impulsionado por tufões devastadores como o Ketsana (2009) e o Haiyan (2013), o projeto visa construir uma comunidade resistente a catástrofes num terreno mais seguro e elevado. Prevê-se que seja simultaneamente um novo motor económico e um potencial centro administrativo de apoio para o governo nacional.
Cumprimento dos critérios das futuras cidades
Ambiente e natureza
O plano diretor preserva mais de 60% da área de 9.450 hectares da cidade como espaço verde. Elementos-chave como o Central Park, com 44,8 hectares, funcionam como bacias de captação de cheias, enquanto o projeto dá prioridade aos transportes não motorizados e aos empreendimentos de utilização mista para minimizar o impacto ambiental.
Cidade inteligente
Concebida como uma metrópole “inteligente”, a cidade planeia tirar partido da tecnologia para uma gestão eficiente. Através de parcerias como o Programa Global de Cidades do Futuro do Reino Unido, está a criar estruturas para integrar sistemas inovadores de gestão de serviços urbanos.
Centrado no ser humano
A conceção promove a mobilidade pedonal e a comunidade em detrimento de um planeamento centrado no automóvel. Um objetivo central é garantir a inclusão através do desenvolvimento de estratégias para habitação a preços acessíveis e da integração da comunidade local existente, com destaque para a conceção participativa de espaços públicos como o Central Park.